Após o impeachment de Fernando Lugo, ex-presidente do país, o Paraguai foi afastado temporariamente do Mercosul e da Unasul e o novo governo de Federico Franco começou a sofrer com os problemas no Mercosul.
O presidente da Venezuela, Hugo Chaves, ordenou a interrupção do envio de petróleo para o Paraguai, e a retirada do embaixador de Assunção;
Brasil, Uruguai e Argentina – membros efetivos – suspenderam o Paraguai de suas atividades, incluindo a participação na Reunião de Cúpula de presidentes do Bloco.
A suspensão é justificada e de acordo com o Brasil, Uruguai, Argentina, o país ficará suspenso do Mercosul e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), até que haja o restabelecimento da ordem democrática, ou seja, até as eleições no país em abril de 2013,
Aproveitando o afastamento temporário do Paraguai do Mercosul, a Venezuela – País que dede 2006 estava em processo de incorporação no Mercosul , como pleno – será incorporado ao bloco em reunião especial que será realizada o no Rio de Janeiro, pois os congressos nacionais do Brasil, Argentina e do Uruguai já tinha ratificado seu ingresso e a aprovação pelo Paraguai estava pendente desde 2009.
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domingo, 1 de julho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
O conjunto de transformações de ordem política, econômica e cultural que se completou inicialmente na Inglaterra, em meados do século XVIII e no século XIX estendeu-se para outros países da Europa, foi denominado de revolução industrial. Esse processo foi de ruptura com a dinâmica mercatilista, pois modificou profundamente as relações na sociedade, na política, na economia e conseqüentemente na organização do espaço geográfico mundial.
Ao longo do processo histórico da revolução industrial, podemos identificar as fases que marcaram esse processo. A Primeira marcada pelo fim do capitalismo mercantilista e o início do capitalismo industrial, que foi o marco principal desse processo, pois a partir desta fase as articulações econômicas, políticas, culturais e ambientais ocorreram.
O mundo transformou-se. As relações homem-meio natural adquiriu outra dinâmica. Florestas foram destruídas para dar lugar a espaços urbanos (cidades) e nelas as fábricas com a movimentação das máquinas. Este episódio assinala o início da degradação ambiental e do o aumento da emissão do gás carbônico devido à queima do carvão mineral, fonte primária de energia, que sustentou a produção industrial que ocorreu a partir de então. Nesta fase da industrialização, a 1º Revolução industrial, entre 1750 e 1850, surgiram as inovações tecnológicas como máquina a vapor, a máquina de tear mecânico (que por sinal revolucionou a produção têxtil), as industriais siderúrgica e naval com a disseminação do trabalho assalariado. Antes desse período predominava a produção artesanal e manufatureira que foram abandonadas com o advento da maquinofatura.
A DIT (Divisão Internacional do Trabalho), que consiste basicamente na especialização da produção, ganha uma nova dinâmica na organização espacial do mundo onde, de um lado, estão os países exportadores de matérias-primas e, de outro os fornecedores de produtos diferenciados ou industriais. Do ponto de vista geográfico, esse processo levou ao enriquecimento das metrópoles através da produção fabril, do livre comércio, do investimento em tecnologia, da ampliação do mercado mundial e, é claro, o desenvolvimento do transporte ferroviário. Assim, com a nova organização do espaço geográfico o homem vai deixando de viver na zona rural instalando-se nas cidades das fabricas. Com as mudanças das relações no campo com a chamada revolução do espaço agrário, o êxodo rural inicia gradativamente o processo de urbanização.
Entre o período 1850 e 1950, a 2º Revolução Industrial foi marcada pelo surgimento do motor, da hidroeletricidade e do petróleo. Nessa fase o motor à explosão proporcionou a fabricação de automóveis que está ligado diretamente ao desenvolvimento das indústrias petrolíferas. Assim surgiram as indústrias inovadoras como a petroquímica, e elétrica e a automobilística com a devida expansão mundial do processo de indutrialização. Neste momento, com o surgimento de grandes empresas industriais, comerciais, do crescimento acelerado dos bancos e de outras instituições intermediadora de finanças, favoreceram as grandes empresas, levando a incorporações e fusões que resultaram na formação de monopólios e oligopólios, possibiltando a passagem do capitalismo industrial para o financeiro. Portanto, esse momento histórico fica conhecido como fase do imperialista do capitalismo que no seu desenrolar, produziram os grandes conflitos mundiais do século XX.
Após os anos de 1940, com o surgimento da grande potência econômica mundial, o EUA e, a criação das instituições internacionais como o FMI, BIRD ou Banco Mundial e o GATT (substtituido posteriomente pela OMC), houve uma reorganização das relações econômicas mundiais após a 2º Guerra que fortaleceu o sistema de trocas comerciais, capitais e de serviços. Neste contexto a industrialização atinge a fase da 3º revolução industrial, marcada pela industrialização dos países em desenvolvimento, pelo investimento crescente em pesquisa e tecnologia, pela consolidação de uma sociedade de consumo e pelo desenvolvimento do meio técnico-científico-informacional marcaram o surgimento das indústrias de ponta, como: informática, robótica, biotecnologia e as telecomunicações que proporcionou uma maior integração econômica mundial (atual Globalização) com a ampliação das trocas dos fatores comerciais.
Ao longo do processo histórico da revolução industrial, podemos identificar as fases que marcaram esse processo. A Primeira marcada pelo fim do capitalismo mercantilista e o início do capitalismo industrial, que foi o marco principal desse processo, pois a partir desta fase as articulações econômicas, políticas, culturais e ambientais ocorreram.
O mundo transformou-se. As relações homem-meio natural adquiriu outra dinâmica. Florestas foram destruídas para dar lugar a espaços urbanos (cidades) e nelas as fábricas com a movimentação das máquinas. Este episódio assinala o início da degradação ambiental e do o aumento da emissão do gás carbônico devido à queima do carvão mineral, fonte primária de energia, que sustentou a produção industrial que ocorreu a partir de então. Nesta fase da industrialização, a 1º Revolução industrial, entre 1750 e 1850, surgiram as inovações tecnológicas como máquina a vapor, a máquina de tear mecânico (que por sinal revolucionou a produção têxtil), as industriais siderúrgica e naval com a disseminação do trabalho assalariado. Antes desse período predominava a produção artesanal e manufatureira que foram abandonadas com o advento da maquinofatura.
A DIT (Divisão Internacional do Trabalho), que consiste basicamente na especialização da produção, ganha uma nova dinâmica na organização espacial do mundo onde, de um lado, estão os países exportadores de matérias-primas e, de outro os fornecedores de produtos diferenciados ou industriais. Do ponto de vista geográfico, esse processo levou ao enriquecimento das metrópoles através da produção fabril, do livre comércio, do investimento em tecnologia, da ampliação do mercado mundial e, é claro, o desenvolvimento do transporte ferroviário. Assim, com a nova organização do espaço geográfico o homem vai deixando de viver na zona rural instalando-se nas cidades das fabricas. Com as mudanças das relações no campo com a chamada revolução do espaço agrário, o êxodo rural inicia gradativamente o processo de urbanização.
Entre o período 1850 e 1950, a 2º Revolução Industrial foi marcada pelo surgimento do motor, da hidroeletricidade e do petróleo. Nessa fase o motor à explosão proporcionou a fabricação de automóveis que está ligado diretamente ao desenvolvimento das indústrias petrolíferas. Assim surgiram as indústrias inovadoras como a petroquímica, e elétrica e a automobilística com a devida expansão mundial do processo de indutrialização. Neste momento, com o surgimento de grandes empresas industriais, comerciais, do crescimento acelerado dos bancos e de outras instituições intermediadora de finanças, favoreceram as grandes empresas, levando a incorporações e fusões que resultaram na formação de monopólios e oligopólios, possibiltando a passagem do capitalismo industrial para o financeiro. Portanto, esse momento histórico fica conhecido como fase do imperialista do capitalismo que no seu desenrolar, produziram os grandes conflitos mundiais do século XX.
Após os anos de 1940, com o surgimento da grande potência econômica mundial, o EUA e, a criação das instituições internacionais como o FMI, BIRD ou Banco Mundial e o GATT (substtituido posteriomente pela OMC), houve uma reorganização das relações econômicas mundiais após a 2º Guerra que fortaleceu o sistema de trocas comerciais, capitais e de serviços. Neste contexto a industrialização atinge a fase da 3º revolução industrial, marcada pela industrialização dos países em desenvolvimento, pelo investimento crescente em pesquisa e tecnologia, pela consolidação de uma sociedade de consumo e pelo desenvolvimento do meio técnico-científico-informacional marcaram o surgimento das indústrias de ponta, como: informática, robótica, biotecnologia e as telecomunicações que proporcionou uma maior integração econômica mundial (atual Globalização) com a ampliação das trocas dos fatores comerciais.
domingo, 6 de maio de 2012
COMO FUNCIONA A ONU
Criada em 1945, a ONU – Organização das Nações unidas – foi estabelecida pela “Carta das Nações Unidas” assinada por mais de 50 países e hoje, conta com mais de 190 países. A ONU é constituída por cinco órgãos oficiais:
o Conselho de Segurança, a Assembleia Geral, o Conselho Econômico e Social, o secretariado e o tribunal internacional de Justiça que está sediado em Haia, Holanda.
Os demais na sede da ONU, em Nova Iorque.
1 – Conselho de Segurança – É o órgão encarregado de tomar as decisões em prol da paz mundial. Possui 15 membros, sendo cinco permanentes: Estados Unidos, Inglaterra, França, China e Rússia e 10 membros transitórios, eleitos pela assembleia Geral, por um período de dois anos;
2 – Assembleia Geral – É o órgão mais democrático da ONU, discute qualquer assunto relacionado aos princípios da ONU e relacionado à paz mundial. Diretamente ligada a ela, estão os organismos: Acnur, Unicef e Pnud;
3 – Conselho Econômico e Social – É composto por 54 membros eleitos pela assembleia Geral. É encarregada de coordenar as atividades sociais, culturais e econômicas da ONU. Possui organismos importantes: FAO, Unesco, OIT e a OMS;
4 – Secretariado – É formado pelo Secretário-Geral, eleito pela Assembleia Geral para um mandato de quatro anos. Tem livre trânsito em todos os órgãos da ONU;
5 – Tribunal Internacional de Justiça – Sediado em Haia, Holanda, é o principal órgão judicial da ONU. É composto por 15 juízes eleitos pela Assembleia Geral e pelo Conselho de Segurança. Sua missão consiste em resolver as pendências jurídicas que lhes são apresentadas pelos os Estados em conformidade com o direito internacional. Analisa e julga casos de desrespeito aos direitos humanos.
o Conselho de Segurança, a Assembleia Geral, o Conselho Econômico e Social, o secretariado e o tribunal internacional de Justiça que está sediado em Haia, Holanda.
Os demais na sede da ONU, em Nova Iorque.
1 – Conselho de Segurança – É o órgão encarregado de tomar as decisões em prol da paz mundial. Possui 15 membros, sendo cinco permanentes: Estados Unidos, Inglaterra, França, China e Rússia e 10 membros transitórios, eleitos pela assembleia Geral, por um período de dois anos;
2 – Assembleia Geral – É o órgão mais democrático da ONU, discute qualquer assunto relacionado aos princípios da ONU e relacionado à paz mundial. Diretamente ligada a ela, estão os organismos: Acnur, Unicef e Pnud;
3 – Conselho Econômico e Social – É composto por 54 membros eleitos pela assembleia Geral. É encarregada de coordenar as atividades sociais, culturais e econômicas da ONU. Possui organismos importantes: FAO, Unesco, OIT e a OMS;
4 – Secretariado – É formado pelo Secretário-Geral, eleito pela Assembleia Geral para um mandato de quatro anos. Tem livre trânsito em todos os órgãos da ONU;
5 – Tribunal Internacional de Justiça – Sediado em Haia, Holanda, é o principal órgão judicial da ONU. É composto por 15 juízes eleitos pela Assembleia Geral e pelo Conselho de Segurança. Sua missão consiste em resolver as pendências jurídicas que lhes são apresentadas pelos os Estados em conformidade com o direito internacional. Analisa e julga casos de desrespeito aos direitos humanos.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
RIO+20
A Conferência das Nações Unidas Sobre o Desenvolvimento Sustentável, batizada de Rio+20, marcará os 20 anos da Eco-92, a cúpula sobre meio ambiente que foi realizada no Rio de Janeiro em 1992. Será mais um encontro, que faz parte do ciclo de conferências ambientais da ONU, que teve início em Estocolmo, na Suécia, em 1972.
O Rio+20 reunirá chefes de Estado e entidades da sociedade civil, como diversas ONGs e universidades, Que buscarão convergir em ações para a elaboração do texto “O futuro que queremos”, no final das negociações do Rio+20.
Os Temas chave do encontro, já são conhecidos pelos países que reconhecem que há áreas em que o mundo não avançou de maneira suficiente e elegem temas prioritários, como: Uso predatório dos recursos naturais; mudanças climáticas; oceanos; perda de biodiversidade e seca que reconhecem.
Neste sentido, será lançado o processo para definir os compromissos voluntários que os países-membros da ONU devem assumir. Sendo que os objetivos do Rio+20 só serão formulados apartir de 2015.
Compromisso que serão discutidos:
1- Subsídios Poluentes. Compromisso de erradicar gradualmente os subsídios a setores com alto impacto ambiental, como combustíveis fósseis, agricultura e pesca predatória.
2- Pobreza. Países assumem que a erradicação da pobreza é a questão mais crucial da atualidade. Reafirmar a determinação de “livrar” com urgência, a humanidade da extrema pobreza, fome e desigualdade.
3- Economia verde. Convite às instituições financeiras internacionais, como o FMI, o Banco mundial e outros organismos, para que adotem critérios de sustentabilidade em seus programas estratégicos.
4- Agricultura e Segurança Alimentar. Para resolver a fome Países devem incentivar práticas agrícolas e de pecuária que devastem o meio ambiente.
FONTE: Folha de São Paulo-Saúde+Ciência-C9
domingo, 22 de abril de 2012
PLANO AMAZÔNIA SUSTENTÁVEL
A Amazônia não possui apenas 20% da água do mundo, em redes fluviais. Ela também abriga 20 milhões de pessoas - que precisam sobreviver com os recursos existentes – e, possui uma das maiores diversidades de espécies vivas do Planeta. Por isso a proteção ambiental desta região vem merecendo atenção especial do governo e das comunidades civis em defesa do meio ambiente.
O (PAS) Plano Amazônia Sustentável, que foi discutido entre 2004 a 2007, foi lançado em 2008, é um plano estratégico do governo federal e requer a participação de estados que compõem a Amazônia legal (Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia e Roraima, posteriormente Pará e Tocantins e com a possibilidade de adesão futura de Mato Grosso e Maranhão), os municípios, as organizações não governamentais e as comunidades locais, sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente. O plano tem como objetivo definir ações para um desenvolvimento sustentável da Amazônia legal, indicando ações consideradas prioritárias, segundo os cinco eixos temáticos:
1) Gestão Ambiental e Ordenamento Territorial;
2) Produção sustentável com inovação e competitividade;
3) Inclusão social e cidadania;
4) Infraestrutura para o desenvolvimento;
5) Novo padrão de financiamento.
O PAS divide a região amazônica em três regiões geoeconômicas: Macrorregião de Povoamento Adensado, a Macrorregião da Amazônia Ocidental e a Macrorregião central.
sábado, 7 de abril de 2012
A 4ª CÚPULA DOS BRICS
Os BRICS responderam por quase 52% do total do crescimento da economia mundial entre 2000 - 2008 e, até 2014, serão responsáveis por 61% do crescimento econômico global.
Segundo o economista Jim O`Neil, criador do termo Brics, o grupo liderará a expansão da economia mundial pelos próximos anos. Neste novo contexto mundial, de uma multipolaridade econômica, os BRICS estão buscando seu espaço nesta reorganização dos mercados e das instituições financeiras internacionais, agindo de forma conjunta, num modelo bem mais favorável às nações emergentes.
Os presidentes da China, Hun Jintao; Dilma Rusself, do Brasil ; Dimitri medivedev, da Rússia; O premiê da Índia, Manmohan Singh e o presidente Jacob Zuma da África do Sul, reuniram-se, em Nova Déli, na Índia e manifestaram esse objetivo através da Declaração de Nova Délhi, apresentada ao final da IV Cúpula dos Países BRICS.Mais uma vez, dentro de um contexto de fortalecimento e de maior independência dessas economias no mundo multipolar, a cúpula defende um desenvolvimento partilhado.
Na 4ª cúpula dos BRICS, foram tomadas algumas decisões: a criação de Banco de Desenvolvimento do Brics, semelhante ao Banco Mundial ou ao Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento; Adoção de um sistema de créditos cruzados e de pagamentos em moedas nacionais e defenderam uma maior participação nas decisões dentro do FMI e um status maior para o Brasil, Índia e África do Sul na ONU
Segundo o economista Jim O`Neil, criador do termo Brics, o grupo liderará a expansão da economia mundial pelos próximos anos. Neste novo contexto mundial, de uma multipolaridade econômica, os BRICS estão buscando seu espaço nesta reorganização dos mercados e das instituições financeiras internacionais, agindo de forma conjunta, num modelo bem mais favorável às nações emergentes.
Os presidentes da China, Hun Jintao; Dilma Rusself, do Brasil ; Dimitri medivedev, da Rússia; O premiê da Índia, Manmohan Singh e o presidente Jacob Zuma da África do Sul, reuniram-se, em Nova Déli, na Índia e manifestaram esse objetivo através da Declaração de Nova Délhi, apresentada ao final da IV Cúpula dos Países BRICS.Mais uma vez, dentro de um contexto de fortalecimento e de maior independência dessas economias no mundo multipolar, a cúpula defende um desenvolvimento partilhado.
Na 4ª cúpula dos BRICS, foram tomadas algumas decisões: a criação de Banco de Desenvolvimento do Brics, semelhante ao Banco Mundial ou ao Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento; Adoção de um sistema de créditos cruzados e de pagamentos em moedas nacionais e defenderam uma maior participação nas decisões dentro do FMI e um status maior para o Brasil, Índia e África do Sul na ONU
quinta-feira, 5 de abril de 2012
AS USINAS EM OBRAS NA REGIÃO NORTE DO BRASIL
Na região Norte do Brasil, estão em obras quatro usinas hidrelétricas: As duas que formarão o complexo hidrelétrico do rio Madeira; A terceira, no rio Xingu e a quarta no rio Teles Pires. A construção do complexo de usinas do rio Madeira teve como critério básico para a aprovação, o comprometimento com a questão ambiental por parte das empresas na construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antonio. Apesar de o governo brasileiro impor a utilização de novas tecnologias e observar o que determina a legislação ambiental brasileira – a mais moderna do mundo – o Brasil foi condenado simbolicamente pelo Tribunal da Água - uma corte de ética dentro do Fórum mundial de água, realizado em Istambul - por construir as duas usinas no rio Madeira.
A USINA HIDRELÉTRICA DE SANTO ANTONIO, neste aspecto, é um marco na história de produção de energia por meios hídricos no Brasil, pois está dentro do que é determinado pela legislação ambiental brasileira. A usina está sendo construída, na primeira cachoeira a montante do rio madeira, na área do município de Porto Velho. As obras foram iniciadas em setembro de 2008, com previsão incerta para seu término e terá uma potência instalada de 3.150MW (megawatts). A construção está a cargo das empresas Santo Antonio Energia, formada por Furnas, Odebrecht, Andrade Gutierrez e um fundo de investimento.
A USINA HIDRELÉTRICA DE JIRAU, está sendo construída no Rio Madeira, a 150 km da capital de Rondônia. A hidrelétrica terá capacidade instalada de 3.750 MW e fará parte do complexo de Usina do Rio Madeira, é a segunda do projeto do governo Federal para dotar Rondônia de capacidade de gerar energia elétrica para o sudeste, a partir do grande potencial hidráulico do rio Madeira. A obra foi iniciada em junho de 2011 com a previsão para o inicio de geração de energia em 2015. A construção está a cargo da empresa Energia Sustentável do Brasil, formada por GDF, Suez, Eletrosul, Chesf e Camargo Corrêa.
A USINA HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE, está sendo construído no rio Xingu, no estado do Pará, é um projeto que estava sendo estudado a mais de trinta anos e levou em conta as implicações mais importantes para as questões socioambientais no bioma amazônico. A obra da usina de Belo Monte teve início em junho de 2011, com previsão de início de geração de energia em 2015.De acordo com o governo, terá um potencial instalado de 11,2mil MK (megawatts). A construção está a cargo da empresa Norte Energia, formada por Eletrobrás, Chesf, Eletronorte, Vale, Petros, Funcef, Neonergia e outras.
A USINA HIDRELÉTRICA TELES PIRES, está sendo construída desde agosto de 2011, no rio Teles Pires, um afluente zdo rio Tapajós, na divisa dos estados do Pará e Mato Grosso, nos municípios de Jacareacanga (PA) e Paranaíta (MT). A usina de Teles Pires terá potência instalada de 1.820 megawatts, suficiente para abastecer uma população de 2,7 milhões de famílias com a previsão para o inicio de geração de energia em outubro de 2014. A construção está a cargo da empresa Companhia Hidrelétrica Teles Pires, formada por Neoenergia, Eletrosul, Furnas e Odebrechf
A USINA HIDRELÉTRICA DE SANTO ANTONIO, neste aspecto, é um marco na história de produção de energia por meios hídricos no Brasil, pois está dentro do que é determinado pela legislação ambiental brasileira. A usina está sendo construída, na primeira cachoeira a montante do rio madeira, na área do município de Porto Velho. As obras foram iniciadas em setembro de 2008, com previsão incerta para seu término e terá uma potência instalada de 3.150MW (megawatts). A construção está a cargo das empresas Santo Antonio Energia, formada por Furnas, Odebrecht, Andrade Gutierrez e um fundo de investimento.
A USINA HIDRELÉTRICA DE JIRAU, está sendo construída no Rio Madeira, a 150 km da capital de Rondônia. A hidrelétrica terá capacidade instalada de 3.750 MW e fará parte do complexo de Usina do Rio Madeira, é a segunda do projeto do governo Federal para dotar Rondônia de capacidade de gerar energia elétrica para o sudeste, a partir do grande potencial hidráulico do rio Madeira. A obra foi iniciada em junho de 2011 com a previsão para o inicio de geração de energia em 2015. A construção está a cargo da empresa Energia Sustentável do Brasil, formada por GDF, Suez, Eletrosul, Chesf e Camargo Corrêa.
A USINA HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE, está sendo construído no rio Xingu, no estado do Pará, é um projeto que estava sendo estudado a mais de trinta anos e levou em conta as implicações mais importantes para as questões socioambientais no bioma amazônico. A obra da usina de Belo Monte teve início em junho de 2011, com previsão de início de geração de energia em 2015.De acordo com o governo, terá um potencial instalado de 11,2mil MK (megawatts). A construção está a cargo da empresa Norte Energia, formada por Eletrobrás, Chesf, Eletronorte, Vale, Petros, Funcef, Neonergia e outras.
A USINA HIDRELÉTRICA TELES PIRES, está sendo construída desde agosto de 2011, no rio Teles Pires, um afluente zdo rio Tapajós, na divisa dos estados do Pará e Mato Grosso, nos municípios de Jacareacanga (PA) e Paranaíta (MT). A usina de Teles Pires terá potência instalada de 1.820 megawatts, suficiente para abastecer uma população de 2,7 milhões de famílias com a previsão para o inicio de geração de energia em outubro de 2014. A construção está a cargo da empresa Companhia Hidrelétrica Teles Pires, formada por Neoenergia, Eletrosul, Furnas e Odebrechf
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