terça-feira, 11 de dezembro de 2012

BRASIL, UM PAÍS EM EVIDÊNCIA

É uma situação nova esta fase que se apresenta como positiva no Brasil. É fato... Somos, em 2013, a 7ª economia do mundo, estamos atraindo capitais produtivos em época de crise mundial, iremos sediar os eventos globais como: A Copa de Mundo em 2014, Jogos olímpicos em 2016, fomos a sede do 4º encontro onusiano obre o Meio Ambiente – O Rio +20 –, futuro grande produtor de petróleo e estamos cada vez mais participantes nos encontros de contexto global. Hoje, o Brasil está sendo visto e ouvido.

Para o Brasil, essa nova realidade é uma oportunidade para o país dar um salto de modernização, de consolidar-se como uma sociedade justa e democrática, de mostrar não só a sua capacidade de organização, mas também consolidar-se como uma força econômica para captar investimentos dos países centrais e emergentes da geopolítica mundial, de externar os muitos atrativos que podem transformar o Brasil em um dos mais importantes destinos dos investimentos internacionais e turísticos do mundo.

Minha grande preocupação e dúvida, são se estamos preparados para está neste patamar. A velocidade das conquistas dos espaços econômicos e geopolíticos não está sendo acompanhadas, na mesma velocidade pelas ações do aparelho estado na implementação de obras estruturante e não percebo um suporte que uma potencia regional, deve ter, para está disputando um assento no conselho de segurança permanente da ONU.

sábado, 24 de novembro de 2012

COMPLEXO PORTUÁRIO DE SÃO LUIS


O Complexo Portuário de São Luís é formado pelos portos de Itaqui (público) e dois privados: Ponta da Madeira e Alumar. Em operação desde a década de 70, o Porto do Itaqui é administrado há 10 anos pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap).

 As principais cargas movimentadas são: derivados de petróleo, alumínio, cobre, etanol, ferro-gusa, farelo de soja, soja, arroz minério de manganês, antracita, carga geral, calcário, fertilizante, fluoreto, GLP, óleo vegetal, trigo, trilhos e contêineres além das atividades de apoio à prospecção offshore de petróleo e atualmente movimenta 2 milhões de toneladas de grãos por ano.

Entretanto, com a produção de grãos crescente no Centro-Oeste e na região Sul do Maranhão e no Piauí, somada a maior oferta de hidrovia e ferrovias de integração, possibilitará o surgimento de uma nova lógica da exportação de soja no país.

Pela sua localização, no Nordeste do país, o Porto do Itaqui também traz vantagens como a proximidade tanto dos estados produtores de grãos quanto dos mercados consumidores, como China, Japão e Europa, tornando-se um dos  principais corredores de exportação do Brasil.

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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

POPULAÇÃO DO MARANHÃO

A estimativa de população em todo Brasil foi divulgada (28-08-2012) pelo IBGE, que utilizou a data de 1º de julho deste ano, como referência para consolidação dos números.Os dados são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos intercensitários, além de ser um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União, na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios. Esta divulgação anual obedece à lei complementar nº 59, de 22 de dezembro de 1988, e ao artigo 102 da lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992.
    
Segundo os dados do IBGE, o Maranhão 6.714.314 de habitantes. E deste total, 2.170.457 milhões de habitantes estão nas 10 maiores cidades do Estado. São elas:


1- São Luís (1.039.610),
2- Imperatriz (205.063),
3- São José de Ribamar (167.714),
4- Timon (159.471),
5- Caxias (158.059),
6- Paço do Lumiar (110.321),
7- Codó (119.079),
8- Açailândia (106.422),
9- Bacabal (101.195)
10- Balsas (87.057).

O município de Junco do Maranhão (3.792 habitantes), com menos habitantes, segundo os dados do IBGE. Os demais, com população abaixo de 5.000 habitantes são: São Félix de Balsas (4.636 habitantes) e São Pedro dos Crentes (4.486 habitantes).                                                                                                                                                                                                                                              
Professor sucupira

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

OS INDÍGENAS NO CENSO DE 2010

No Censo 2010, o IBGE aprimorou a investigação sobre a população indígena no país, investigando o pertencimento étnico e introduzindo critérios de identificação internacionalmente reconhecidos, como a língua falada no domicílio e a localização geográfica. Foram coletadas informações tanto da população residente nas terras indígenas quanto indígenas declarados fora delas. A população indígena é atualmete, de 896,9 mil(0,47% da população total),tem 305 etnias e fala 274 idioma. Deste total,36,2% em área urbana e 63,8% na área rural. Foram identificadas 505 terras indígenas, cujo processo de identificação teve a parceria da(FUNAI). Essas terras representam 12,5% do território brasileiro, onde residem 517,4 mil indígenas (57,7% da população). Apenas seis terras tinham mais de 10 mil indígenas, 107 tinham entre mais de mil e 10 mil, 291 tinham entre mais de cem e mil e em 83 residiam até cem indígenas. A terra com maior população indígena é Yanomami, no Amazonas e em Roraima, com 25,7 mil indígenas. Foi observado equilíbrio entre os sexos para o total de indígenas (100,5 homens para cada 100 mulheres), com mais mulheres nas áreas urbanas e mais homens nas rurais. A pirâmide etária indígena tem a base larga e vai se reduzindo com a idade, em um padrão que reflete suas altas taxas de fecundidade e mortalidade.OS ESTADOS COM MAIS INDÍGENAS SÃO: Amazonas - 20,5%; Mato Grosso do Sul - 8,6%; Pernambuco - 6,8%; Bahia - 6,7%; - Roraima - 6,2%; Mato Grosso - 5,8%; Pará - 5,7%; São Paulo - 4,7%; Maranhão - 4,3% e Rio Grande do Sul - 3,8%. AS 10 ETNIAS MAIS NUMEROSAS - EM MIL PESSOAS - SÃO: Tikúna, 46,0; Guaraní Kaiowá, 43,4; Kaingang, 37,4; Makuxí, 28,9; Terena, 28,8; Tenetehara, 24,4; Yanomâni, 22,0; Potiguara, 20,6; Xavante, 19,3%; Pataxó, 13,6% FONTE: IBGE e Folha de São Paulo- A12

domingo, 1 de julho de 2012

O PARAGUAI E O MERCOSUL

Após o impeachment de Fernando Lugo, ex-presidente do país, o Paraguai foi afastado temporariamente do Mercosul e da Unasul e o novo governo de Federico Franco começou a sofrer com os problemas no Mercosul.
O presidente da Venezuela, Hugo Chaves, ordenou a interrupção do envio de petróleo para o Paraguai, e a retirada do embaixador de Assunção;
Brasil, Uruguai e Argentina – membros efetivos – suspenderam o Paraguai de suas atividades, incluindo a participação na Reunião de Cúpula de presidentes do Bloco.
A suspensão é justificada e de acordo com o Brasil, Uruguai, Argentina, o país ficará suspenso do Mercosul e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), até que haja o restabelecimento da ordem democrática, ou seja, até as eleições no país em abril de 2013,
Aproveitando o afastamento temporário do Paraguai do Mercosul, a Venezuela – País que dede 2006 estava em processo de incorporação no Mercosul , como pleno – será incorporado ao bloco em reunião especial que será realizada o no Rio de Janeiro, pois os congressos nacionais do Brasil, Argentina e do Uruguai já tinha ratificado seu ingresso e a aprovação pelo Paraguai estava pendente desde 2009.
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sábado, 23 de junho de 2012

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

O conjunto de transformações de ordem política, econômica e cultural que se completou inicialmente na Inglaterra, em meados do século XVIII e no século XIX estendeu-se para outros países da Europa, foi denominado de revolução industrial. Esse processo foi de ruptura com a dinâmica mercatilista, pois modificou profundamente as relações na sociedade, na política, na economia e conseqüentemente na organização do espaço geográfico mundial.

Ao longo do processo histórico da revolução industrial, podemos identificar as fases que marcaram esse processo. A Primeira marcada pelo fim do capitalismo mercantilista e o início do capitalismo industrial, que foi o marco principal desse processo, pois a partir desta fase as articulações econômicas, políticas, culturais e ambientais ocorreram.

O mundo transformou-se. As relações homem-meio natural adquiriu outra dinâmica. Florestas foram destruídas para dar lugar a espaços urbanos (cidades) e nelas as fábricas com a movimentação das máquinas. Este episódio assinala o início da degradação ambiental e do o aumento da emissão do gás carbônico devido à queima do carvão mineral, fonte primária de energia, que sustentou a produção industrial que ocorreu a partir de então. Nesta fase da industrialização, a 1º Revolução industrial, entre 1750 e 1850, surgiram as inovações tecnológicas como máquina a vapor, a máquina de tear mecânico (que por sinal revolucionou a produção têxtil), as industriais siderúrgica e naval com a disseminação do trabalho assalariado. Antes desse período predominava a produção artesanal e manufatureira que foram abandonadas com o advento da maquinofatura.

A DIT (Divisão Internacional do Trabalho), que consiste basicamente na especialização da produção, ganha uma nova dinâmica na organização espacial do mundo onde, de um lado, estão os países exportadores de matérias-primas e, de outro os fornecedores de produtos diferenciados ou industriais. Do ponto de vista geográfico, esse processo levou ao enriquecimento das metrópoles através da produção fabril, do livre comércio, do investimento em tecnologia, da ampliação do mercado mundial e, é claro, o desenvolvimento do transporte ferroviário. Assim, com a nova organização do espaço geográfico o homem vai deixando de viver na zona rural instalando-se nas cidades das fabricas. Com as mudanças das relações no campo com a chamada revolução do espaço agrário, o êxodo rural inicia gradativamente o processo de urbanização.

Entre o período 1850 e 1950, a 2º Revolução Industrial foi marcada pelo surgimento do motor, da hidroeletricidade e do petróleo. Nessa fase o motor à explosão proporcionou a fabricação de automóveis que está ligado diretamente ao desenvolvimento das indústrias petrolíferas. Assim surgiram as indústrias inovadoras como a petroquímica, e elétrica e a automobilística com a devida expansão mundial do processo de indutrialização. Neste momento, com o surgimento de grandes empresas industriais, comerciais, do crescimento acelerado dos bancos e de outras instituições intermediadora de finanças, favoreceram as grandes empresas, levando a incorporações e fusões que resultaram na formação de monopólios e oligopólios, possibiltando a passagem do capitalismo industrial para o financeiro. Portanto, esse momento histórico fica conhecido como fase do imperialista do capitalismo que no seu desenrolar, produziram os grandes conflitos mundiais do século XX.

Após os anos de 1940, com o surgimento da grande potência econômica mundial, o EUA e, a criação das instituições internacionais como o FMI, BIRD ou Banco Mundial e o GATT (substtituido posteriomente pela OMC), houve uma reorganização das relações econômicas mundiais após a 2º Guerra que fortaleceu o sistema de trocas comerciais, capitais e de serviços. Neste contexto a industrialização atinge a fase da 3º revolução industrial, marcada pela industrialização dos países em desenvolvimento, pelo investimento crescente em pesquisa e tecnologia, pela consolidação de uma sociedade de consumo e pelo desenvolvimento do meio técnico-científico-informacional marcaram o surgimento das indústrias de ponta, como: informática, robótica, biotecnologia e as telecomunicações que proporcionou uma maior integração econômica mundial (atual Globalização) com a ampliação das trocas dos fatores comerciais.

domingo, 6 de maio de 2012

COMO FUNCIONA A ONU

Criada em 1945, a ONU – Organização das Nações unidas – foi estabelecida pela “Carta das Nações Unidas” assinada por mais de 50 países e hoje, conta com mais de 190 países. A ONU é constituída por cinco órgãos oficiais: 

o Conselho de Segurança, a Assembleia Geral, o Conselho Econômico e Social, o secretariado e o tribunal internacional de Justiça que está sediado em Haia, Holanda. 
Os demais na sede da ONU, em Nova Iorque. 

1 – Conselho de Segurança – É o órgão encarregado de tomar as decisões em prol da paz mundial. Possui 15 membros, sendo cinco permanentes: Estados Unidos, Inglaterra, França, China e Rússia e 10 membros transitórios, eleitos pela assembleia Geral, por um período de dois anos; 
2 – Assembleia Geral – É o órgão mais democrático da ONU, discute qualquer assunto relacionado aos princípios da ONU e relacionado à paz mundial. Diretamente ligada a ela, estão os organismos: Acnur, Unicef e Pnud; 
3 – Conselho Econômico e Social – É composto por 54 membros eleitos pela assembleia Geral. É encarregada de coordenar as atividades sociais, culturais e econômicas da ONU. Possui organismos importantes: FAO, Unesco, OIT e a OMS;  
4 –  Secretariado – É formado pelo Secretário-Geral, eleito pela Assembleia Geral para um mandato de quatro anos. Tem livre trânsito em todos os órgãos da ONU; 
5 – Tribunal Internacional de Justiça – Sediado em Haia, Holanda, é o principal órgão judicial da ONU. É composto por 15 juízes eleitos pela Assembleia Geral e pelo Conselho de Segurança. Sua missão consiste em resolver as pendências jurídicas que lhes são apresentadas pelos os Estados em conformidade com o direito internacional. Analisa e julga casos de desrespeito aos direitos humanos.