A construção da Itaipu Binacional – considerado um trabalho de Hércules pela revista “Popular Mechanics”, dos Estados Unidos – é resultado de acordos entre Paraguai e Brasil, que ganharam impulso na década de 1960. A construção da usina, Teve, em 26 de abril de 1973, o seu início, quando o Brasil e Paraguai assinaram o Tratado de Itaipu, instrumento legal para o aproveitamento hidrelétrico do Rio Paraná pelos dois países.
Em novembro de 1982, com o reservatório já formado, os presidentes do Brasil, João Figueiredo, e do Paraguai, Alfredo Stroessner, acionam o mecanismo que levanta automaticamente as 14 comportas do vertedouro, liberam a água represada do Rio Paraná e, assim, inauguram oficialmente a maior hidrelétrica do mundo. A empresa pertence aos dois países em partes iguais. Pelo contrato de 1973, cada um tem direito a 50% da energia produzida. Caso uma das partes não use toda a cota, vende o excedente ao parceiro a preço de custo.
Como o Paraguai utiliza menos de 10% dessa energia - o que atende 95% da demanda do país-, o restante é vendido ao Brasil -no total, 20% da energia elétrica usada pelo Brasil vem de Itaipu. Pelo acordo, o Brasil paga atualmente US$ 45,31 por megawatt ao Paraguai, dos quais porém US$ 42,5 são abatidos da dívida que o Paraguai tem pela construção da usina, restando US$ 2,81 para uso do país vizinho.
Nessa operação, o Paraguai recebe, entre royalties e compensações, uma média de US$ 375 milhões anuais. Os paraguaios, porém, afirmam que, se vendessem a energia a valores de mercado, obteriam até US$ 1,8 bilhão. O contrato tem essa forma porque o Brasil bancou sozinho a construção e, depois, a recapacitação da usina. Ao vender energia a preço de custo, o Paraguai está pagando a sua parte de Itaipu. A última "prestação" vencerá em 2023, quando está prevista a renegociação do contrato.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
HISTÓRICO DOS ACORDOS ENTRE BOLÍVIA-BRASIL NO SETOR DE PETRÓLEO
Alguns acordos de cooperação mútua sobre o suprimento de petróleo e gás natural entre Brasil e Bolívia, são de acordo com o relatório do Ministério Minas e Energia do Brasil, anterior ao histórico exploratório brasileiro.
O 1º - acordo foi assinado na década de 30 e visava o refino do óleo boliviano no Brasil. 2º- Acordo de compra e venda do gás boliviano com o Brasil.
Esse acordo, firmado em 1993, visava desenvolver os dois países e também contribuir para a integração latino-americana. Seus principais termos eram: (a) ambos os Governos, representados pelas empresas Petrobrás e YPFB, acordaram o fornecimento de gás natural boliviano ao Brasil em volume inicial de 8 milhões m³/ /dia; até alcançar 16 milhões m³/dia; (b) A Petrobrás e a YPFB estabeleceram, em contrato preliminar, as condições e os termos a serem inseridos no contrato definitivo de compra e venda de gás; (c) os Governos concordaram que a Petrobrás e a YPFB, conforme legislação vigente na Bolívia,fixariam as bases contratuais para a participação da Petrobrás, através de suas subsidiárias, nas atividades de exploração, produção, comercialização e transporte de hidrocarbonetos da segunda, assim como na distribuição de derivados de petróleo e gás natural no mercado interno boliviano
Acordos firmados entre 1996 1 1999.
I-A isenção de impostos relativos à implementação do projeto do Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol) foi um acordo, firmado em 1996, que isentava de impostos o transporte de máquinas, equipamentos e pessoas.
II- Contrato de Construção e Montagem do Gasoduto, firmado em 1997, acordava sobre o início da construção do gasoduto que liga Santa Cruz de La Sierra a Porto Alegre (RS), passando pelas Regiões Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, ligando-se ao gasoduto já existente entre Campos (RJ) e Santos (SP).
III- A compra das ações das refinarias bolivianas pela Petrobrás durante o processo de privatização, acordada em 1999, durante a onda de privatizações de empresas estatais bolivianas, levou a Petrobrás a se tornar acionista majoritária de refinarias e campos de produção na Bolívia.
Gasoduto Bolívia-Brasil.
O projeto do Gasoduto Bolívia-Brasil já existia há tempos, principalmente após a entrada da Petrobrás na Bolívia.O Gasoduto Bolívia-Brasil teve seu marco inicial na Carta de Intenções Sobre o Processo de Integração Energética entre Bolívia e Brasil, assinada em 17 de fevereiro de 1993. Concluído, o gasoduto Bolívia -Brasil desde o final dos anos de 1990 é responsável pelo abastecimento do centro-sul brasileiro, que importa mais de 50% do gás natural que consome.
O 1º - acordo foi assinado na década de 30 e visava o refino do óleo boliviano no Brasil. 2º- Acordo de compra e venda do gás boliviano com o Brasil.
Esse acordo, firmado em 1993, visava desenvolver os dois países e também contribuir para a integração latino-americana. Seus principais termos eram: (a) ambos os Governos, representados pelas empresas Petrobrás e YPFB, acordaram o fornecimento de gás natural boliviano ao Brasil em volume inicial de 8 milhões m³/ /dia; até alcançar 16 milhões m³/dia; (b) A Petrobrás e a YPFB estabeleceram, em contrato preliminar, as condições e os termos a serem inseridos no contrato definitivo de compra e venda de gás; (c) os Governos concordaram que a Petrobrás e a YPFB, conforme legislação vigente na Bolívia,fixariam as bases contratuais para a participação da Petrobrás, através de suas subsidiárias, nas atividades de exploração, produção, comercialização e transporte de hidrocarbonetos da segunda, assim como na distribuição de derivados de petróleo e gás natural no mercado interno boliviano
Acordos firmados entre 1996 1 1999.
I-A isenção de impostos relativos à implementação do projeto do Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol) foi um acordo, firmado em 1996, que isentava de impostos o transporte de máquinas, equipamentos e pessoas.
II- Contrato de Construção e Montagem do Gasoduto, firmado em 1997, acordava sobre o início da construção do gasoduto que liga Santa Cruz de La Sierra a Porto Alegre (RS), passando pelas Regiões Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, ligando-se ao gasoduto já existente entre Campos (RJ) e Santos (SP).
III- A compra das ações das refinarias bolivianas pela Petrobrás durante o processo de privatização, acordada em 1999, durante a onda de privatizações de empresas estatais bolivianas, levou a Petrobrás a se tornar acionista majoritária de refinarias e campos de produção na Bolívia.
Gasoduto Bolívia-Brasil.
O projeto do Gasoduto Bolívia-Brasil já existia há tempos, principalmente após a entrada da Petrobrás na Bolívia.O Gasoduto Bolívia-Brasil teve seu marco inicial na Carta de Intenções Sobre o Processo de Integração Energética entre Bolívia e Brasil, assinada em 17 de fevereiro de 1993. Concluído, o gasoduto Bolívia -Brasil desde o final dos anos de 1990 é responsável pelo abastecimento do centro-sul brasileiro, que importa mais de 50% do gás natural que consome.
O RESUMO DA DESERTIFICAÇÃO NO BRASIL
O crescimento da agropecuária, as novas fronteiras agrícolas nas regiões Norte, Nordeste e as politicas do estado, através da SUDAM (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia) e SUDENE (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste) e outros órgãos a níveis estaduais e municipais; no Centro-Oeste, a construção de Brasília, a chegada da soja nos anos 1970, foram os grandes contribuintes para o processo de ocupação e uso dos solos para a produção. a formas intensiva de uso e o manejo incorreto do manejo, foram e continuarão sendo a principais causas do processo de desertificação no Brasil.
A chamada "Revolução verde", com o uso intensivo na aplicação de capital nas bacias do Rio Parnaíba, Tocantins - Sojicultura - décadas 1970/1980 e na bacia do Rio São Francisco - com a agricultura e Fruticultura Irrigada - ao longo dos anos de 1970, sem o manejo correto do solo foram e continuam sendo os fatores principais para o processo de desertificação. Esse avanço da agricultura comercial está contribuindo para o aumento dos níveis de degradação ambiental, como mostram os dados sobre a salinização dos solos no vale do Rio São Francisco e o processo de desertificação nos Estados do Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte em Área de Bioma da Caatinga e em Gilbués-PI em Bioma de Cerrado.
No Processo de desertificação no Brasil, identificamos várias causas: O extrativismo ( madeira e mineral), desmatamento, queimadas, pastoreio e agricultura. A questão é séria no mundo, e os dados refletem está gravidade. A desertificação já atinge 33% da superfície das terras emersas do globo, áreas que abrigam cerca de 2,8 milhões de pessoas, correspondendo mais de 45% da população mundial.
BRASIL, UM PAÍS EM EVIDÊNCIA
É uma situação nova esta fase que se apresenta como positiva no Brasil. É fato... Somos, em 2013, a 7ª economia do mundo, estamos atraindo capitais produtivos em época de crise mundial, iremos sediar os eventos globais como: A Copa de Mundo em 2014, Jogos olímpicos em 2016, fomos a sede do 4º encontro onusiano obre o Meio Ambiente – O Rio +20 –, futuro grande produtor de petróleo e estamos cada vez mais participantes nos encontros de contexto global. Hoje, o Brasil está sendo visto e ouvido.
Para o Brasil, essa nova realidade é uma oportunidade para o país dar um salto de modernização, de consolidar-se como uma sociedade justa e democrática, de mostrar não só a sua capacidade de organização, mas também consolidar-se como uma força econômica para captar investimentos dos países centrais e emergentes da geopolítica mundial, de externar os muitos atrativos que podem transformar o Brasil em um dos mais importantes destinos dos investimentos internacionais e turísticos do mundo.
Minha grande preocupação e dúvida, são se estamos preparados para está neste patamar. A velocidade das conquistas dos espaços econômicos e geopolíticos não está sendo acompanhadas, na mesma velocidade pelas ações do aparelho estado na implementação de obras estruturante e não percebo um suporte que uma potencia regional, deve ter, para está disputando um assento no conselho de segurança permanente da ONU.
Para o Brasil, essa nova realidade é uma oportunidade para o país dar um salto de modernização, de consolidar-se como uma sociedade justa e democrática, de mostrar não só a sua capacidade de organização, mas também consolidar-se como uma força econômica para captar investimentos dos países centrais e emergentes da geopolítica mundial, de externar os muitos atrativos que podem transformar o Brasil em um dos mais importantes destinos dos investimentos internacionais e turísticos do mundo.
Minha grande preocupação e dúvida, são se estamos preparados para está neste patamar. A velocidade das conquistas dos espaços econômicos e geopolíticos não está sendo acompanhadas, na mesma velocidade pelas ações do aparelho estado na implementação de obras estruturante e não percebo um suporte que uma potencia regional, deve ter, para está disputando um assento no conselho de segurança permanente da ONU.
sábado, 24 de novembro de 2012
COMPLEXO PORTUÁRIO DE SÃO LUIS
O Complexo Portuário de São Luís é formado pelos portos de Itaqui (público) e dois privados: Ponta da Madeira e Alumar. Em operação desde a década de 70, o Porto do Itaqui é administrado há 10 anos pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap).
As principais cargas movimentadas são: derivados de petróleo, alumínio, cobre, etanol, ferro-gusa, farelo de soja, soja, arroz minério de manganês, antracita, carga geral, calcário, fertilizante, fluoreto, GLP, óleo vegetal, trigo, trilhos e contêineres além das atividades de apoio à prospecção offshore de petróleo e atualmente movimenta 2 milhões de toneladas de grãos por ano.
Entretanto, com a produção de grãos crescente no Centro-Oeste e na região Sul do Maranhão e no Piauí, somada a maior oferta de hidrovia e ferrovias de integração, possibilitará o surgimento de uma nova lógica da exportação de soja no país.
Pela sua localização, no Nordeste do país, o Porto do Itaqui também traz vantagens como a proximidade tanto dos estados produtores de grãos quanto dos mercados consumidores, como China, Japão e Europa, tornando-se um dos principais corredores de exportação do Brasil.
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sexta-feira, 2 de novembro de 2012
POPULAÇÃO DO MARANHÃO
A estimativa de população em todo Brasil foi divulgada (28-08-2012) pelo IBGE, que utilizou a data de 1º de julho deste ano, como referência para consolidação dos números.Os dados são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos intercensitários, além de ser um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União, na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios. Esta divulgação anual obedece à lei complementar nº 59, de 22 de dezembro de 1988, e ao artigo 102 da lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992.
1- São Luís (1.039.610),
2- Imperatriz (205.063),
3- São José de Ribamar (167.714),
4- Timon (159.471),
5- Caxias (158.059),
6- Paço do Lumiar (110.321),
7- Codó (119.079),
8- Açailândia (106.422),
9- Bacabal (101.195)
10- Balsas (87.057).
O município de Junco do Maranhão (3.792 habitantes), com menos habitantes, segundo os dados do IBGE. Os demais, com população abaixo de 5.000 habitantes são: São Félix de Balsas (4.636 habitantes) e São Pedro dos Crentes (4.486 habitantes).
Segundo os dados do IBGE, o Maranhão 6.714.314 de habitantes. E deste total, 2.170.457 milhões de habitantes estão nas 10 maiores cidades do Estado. São elas:
1- São Luís (1.039.610),
2- Imperatriz (205.063),
3- São José de Ribamar (167.714),
4- Timon (159.471),
5- Caxias (158.059),
6- Paço do Lumiar (110.321),
7- Codó (119.079),
8- Açailândia (106.422),
9- Bacabal (101.195)
10- Balsas (87.057).
O município de Junco do Maranhão (3.792 habitantes), com menos habitantes, segundo os dados do IBGE. Os demais, com população abaixo de 5.000 habitantes são: São Félix de Balsas (4.636 habitantes) e São Pedro dos Crentes (4.486 habitantes).
Professor sucupira
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
OS INDÍGENAS NO CENSO DE 2010
No Censo 2010, o IBGE aprimorou a investigação sobre a população indígena no país, investigando o pertencimento étnico e introduzindo critérios de identificação internacionalmente reconhecidos, como a língua falada no domicílio e a localização geográfica. Foram coletadas informações tanto da população residente nas terras indígenas quanto indígenas declarados fora delas. A população indígena é atualmete, de 896,9 mil(0,47% da população total),tem 305 etnias e fala 274 idioma. Deste total,36,2% em área urbana e 63,8% na área rural. Foram identificadas 505 terras indígenas, cujo processo de identificação teve a parceria da(FUNAI). Essas terras representam 12,5% do território brasileiro, onde residem 517,4 mil indígenas (57,7% da população). Apenas seis terras tinham mais de 10 mil indígenas, 107 tinham entre mais de mil e 10 mil, 291 tinham entre mais de cem e mil e em 83 residiam até cem indígenas. A terra com maior população indígena é Yanomami, no Amazonas e em Roraima, com 25,7 mil indígenas.
Foi observado equilíbrio entre os sexos para o total de indígenas (100,5 homens para cada 100 mulheres), com mais mulheres nas áreas urbanas e mais homens nas rurais.
A pirâmide etária indígena tem a base larga e vai se reduzindo com a idade, em um padrão que reflete suas altas taxas de fecundidade e mortalidade.OS ESTADOS COM MAIS INDÍGENAS SÃO: Amazonas - 20,5%; Mato Grosso do Sul - 8,6%; Pernambuco - 6,8%; Bahia - 6,7%; - Roraima - 6,2%; Mato Grosso - 5,8%; Pará - 5,7%; São Paulo - 4,7%; Maranhão - 4,3% e Rio Grande do Sul - 3,8%. AS 10 ETNIAS MAIS NUMEROSAS - EM MIL PESSOAS - SÃO: Tikúna, 46,0; Guaraní Kaiowá, 43,4; Kaingang, 37,4; Makuxí, 28,9; Terena, 28,8; Tenetehara, 24,4; Yanomâni, 22,0; Potiguara, 20,6; Xavante, 19,3%; Pataxó, 13,6%
FONTE: IBGE e Folha de São Paulo- A12
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