terça-feira, 11 de outubro de 2016

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Posseiros deste "LATIFÚNDIO VIRTUAL" (...) Boa noite.

Este é o canal do Professor Sucupira no YouTube. Vocês terão outros vídeos com comentários sobre tópicos de geopolítica, economia, cultura, no contexto do mundo contemporâneo. INSCREVA - SE E COMPARTILHEM.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

É TEMEROSO

Agora fudeu tudo!
Entrou!
Temeroso ...

Petrobrás!
Antes era 70% da participação, exclusividade e operadora única;
Depois passou ser 30% da participação e operadora única;
Agora, por decisão da Câmara “Nacional”, com 292 votos a favor e apenas 101 heroicos brasileiros contrários, a Petrobrás é jogada fora do Pré-Sal.
Agora temos a situação de 0% da participação e não mais operadora unica dos campos de petróleo do Pré-sal.
oxente my god meu bixim!
Há lógica nisso?
Sim, existe.
Pano de fundo. Petrolão
Aos “Marias vai com a Globo” do censo comum não perceberam.
Muito maior do que os fora Lula, Dilma e outros ...
E, bem maior do que coloca e fica Temer – o Temeroso, é retirar do Estado brasileiro o poder de participação e decisão. Realidade, infelizmente.
Elite sanguessuga da economia e política paleolítica brasileira!
Temos que suporta-los por três longos anos de “solo” fértil para suas acoes voltadas para o interesse do capital internacional.


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

AGENTES TRANSFORMADORES

      Na vida, só há três certeza garantidas: O nascer, o imprevisível e o morrer. O nascer que vai garantir o impressível do cotidiano e o morrer no final do tempo orgânico. Ao longo do tempo variável da vida, o que vai dar sentindo a ela, será a sua produção e a capacidade de produzir transformações nos diversos aspectos ao longo do nosso limitado tempo de vida. Neste sentido, cada um de nós somos capazes de produzir transformações, por mais micro que venha ser essa transformação. Assim, a vida tem sentido. Pois seremos agentes transformador em diferentes escala de transformação: Pessoa, grupo de pessoas e ou uma sociedade.


      Como sempre, hoje acordei filosofando, mas não sou filosofo; acordei intelectual, mas não sou um intelectual; acordei escritor, não sendo, mas acordei com vontade de escrever e expressar o meu pensar e defender meus posicionamentos; acordei político, mas ainda não sou; acordei cidadão crítico e formador de opinião, isso sempre serei; acordei professor em processo de aprendizado constante, isso sempre serei. Sabe... o bom da vida, no seu cotidiano, enquanto cidadão crítico, é saber que podemos ser agentes de transformação e, esse processo ocorre com as ações praticada na sua função, na profissão que exercemos e na defesa das ideias que acreditamos.

      Externar seu pensar nas diversas formas de transmissão faz parte do processo de enriquecimento da sociedade como um todo e, neste sentido, faço minha parte, mesmo com os naturais contraditórios existentes – louvável em uma democracia. Amigos que me acompanham lendo meus textos, que opinam, provocam para uma nova publicação e comentam, deixo meus agradecimentos.
       
       Pronto! Falei ....  

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

REFLEXÃO

Opa! 2015 está findando e 2016 está chegando (...)
Eita ano. Muitos acontecimentos e sentimentos individuais e coletivos tivemos.
Alguns destes acontecimentos e sentimentos foram vivenciado e externados. Mais um ano se passou e na principal função que tenho – Criação das minha filhas – que continuará sendo enquanto Deus me permitir e, para isso me deu uma grande parceira, a Dona Sâmia (meu norte), a prioritária.

Minha outra grande função, a de professor-educador me completa. E, este ano, foi também de aprendizado pois, enquanto se pratica a função, aprende-se. Aprendemos também quando estamos em sala de aula. Enquanto cidadão político, defendi e defendo os princípios democráticos da liberdade das ideias e do contraditório. Não se tem democracia sem debate e aceitação das diferenças. Fui claro, mesmo com as críticas na defesa do projeto popular implantado pelo governo desde 2003, Governo e projeto que desagradava, desagrada e desagradará a velha elite sanguessuga paleolítica da política brasileira; defendo o principio do estado democrático do direito e, por isso, fui e serei contra o golpe do impeachment da presidente Dilma Rousseff; me entristeci com a ruptura das barragens da mineradora Samarco, em Mariana (MG), que se tornou a maior tragédia ambiental de toda a história do País e, como professor não deixarei de colocar e lembrar ao meus alunos este desastre criminoso que deve ter uma punição dentro da legislação vigente.
A nível global, tentei resistir a escrever sobre o desespero coletivo, mas terminei por escrever um texto-questionamento intitulado: Mediterrâneo ... “O Mar do Sofrimento“. A dinâmica do mundo está a se tornar mais complexo, rápido e integrado. Neste sentido, a curiosidade, o pesquisa, o ler, a produção, o ensinar e o transmitir foi e continuará ser o meu cotidiano em 2016. Assim espero.

sábado, 31 de outubro de 2015

MUNDO VIRTUAL- REAL OU REAL- RTUAL

O que é o real?  O que é o virtual?
O mundo está virtual-real ou é real-virtual?
O fato é que, neste momento de inovação tecnológica nos meios de comunicação, os novos padrões de comportamentos estão sendo impostos às pessoas. Neste confuso mundo instantâneo, a sociedade se depara com a rapidez das informações e com uma nova dinâmica nas relações pessoais e interpessoais.
Amizade, namoro, informações econômica e política, trabalho e o lazer continua e continuará sendo o “motor” da vida no nosso cotidiano ... só que numa outra realidade e com a velocidade contemporânea. Mas, mesmo neste mundo instantâneo você pode se depará com um “óculos”, que te possibilitará ter uma visão humana, que ainda está presente neste mundo tão artificial.... feliz daqueles que encontra o “óculos” da amizade, da beleza humana neste mundo tão frio e sem “sentimentos”dos aparelhos eletrônicos.
O mundo das palavras tecladas, vem substituindo cada vez mais, o mundo das palavras ditas, dentro de nossas casas, no lazer, no trabalho... infelizmente. As palavras ditas são acompanhadas do toque, do sorriso, da raiva, da tristeza... expressões refletidas no tato e no rosto de que as pronunciam e, a consequente expressões, no rosto de quem as ouvem. Isso não é real no mundo virtual.
Costumo dizer que somos “marionetes da glocalização”... pensar, fazer e consumir de acordo com os padrões imposto pela nova dinâmica local-global cotidiana. Um cotidiano de “marionetes”... neste mundo de “marionetes” com certeza existe um “boneco” ou uma “boneca linda”. Eles farão a diferença no seu cotidiano... encontre! Feliz daqueles que encontraram neste mundo tão padronizado de amizades virtuais a sua “boneca linda” da amizade real.

sábado, 26 de setembro de 2015

MEDITERRÂNEO ... O "MAR" DO SOFRIMENTO!

Há dias sem escrever algo ...
Estava pensando o que escrever! Me negava a escrever sobre essa corrente de imigrantes desesperados na travessia do Mar mediterrâneo, que hoje chamo de o “Mar do Sofrimento”. Receio este, talvez, por não ter palavras para expressar sobre como o mundo é desumano e desigual.
Mais vou começar. Talvez as palavras venham a surgir ...

Gente ... amigos!
Em pleno século XXI, como podemos ver essas cenas de famílias serem desfeitas por separações temporais e eternas? Como podemos ver países sendo destruídos por conflitos fruto de vários fatores? Como podemos ver a ONU, União européia, Rússia e EUA numa situação de total inércia para uma situação que será duradoura de desumanidade? Como no mundo dos Homo sapiens - do latim "homem sábio"- não busca uma solução rápida para esse evento de deslocados e desterritorializados como nunca visto deste a 2ª guerra mundial? Como estes países poderosos – os do norte –, com seus parceiros do Oriente médio fiquem sem agir na questão da síria, no combate ao EI ( Estado Islâmico) e a outros grupos fundamentalista que geram terror? Será que cometeremos os erros do passado, o de deixar os próximos capítulos dos desesperos coletivos dos povos, neste momento, do norte da África e da Ásia se resolva por si só? Minhas perguntas...

A tão sonhada “PRIMAVERA ÁRABE” ocidentalizante, vibrada e comemorada pelos ocidentais não teve o caminho pensado e idealizado. O desequilíbrio de forças, que mantinha essa região numa relativa organização geopolítica foram desfeitas. E agora? Mais uma vez, a dinâmica do mundo mostra que ações demoradas, numa situação que requer ações rápidas para buscar soluções humanitárias, não devem ser retardadas por causas de interessas econômicos e geopolíticos ... a 1ª e a 2ª guerras mundiais foram exemplos.

Termino aqui com as palavras que me chegaram ao longo deste texto, com a convicção de que se demorarmos mais, na busca da solução do problema na origem (melhoria das condições de vida nos países repulsores), a situação tende a se tornar pior ainda e ainda mais complexa ... Infelizmente.