segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

AGENTES TRANSFORMADORES

      Na vida, só há três certeza garantidas: O nascer, o imprevisível e o morrer. O nascer que vai garantir o impressível do cotidiano e o morrer no final do tempo orgânico. Ao longo do tempo variável da vida, o que vai dar sentindo a ela, será a sua produção e a capacidade de produzir transformações nos diversos aspectos ao longo do nosso limitado tempo de vida. Neste sentido, cada um de nós somos capazes de produzir transformações, por mais micro que venha ser essa transformação. Assim, a vida tem sentido. Pois seremos agentes transformador em diferentes escala de transformação: Pessoa, grupo de pessoas e ou uma sociedade.


      Como sempre, hoje acordei filosofando, mas não sou filosofo; acordei intelectual, mas não sou um intelectual; acordei escritor, não sendo, mas acordei com vontade de escrever e expressar o meu pensar e defender meus posicionamentos; acordei político, mas ainda não sou; acordei cidadão crítico e formador de opinião, isso sempre serei; acordei professor em processo de aprendizado constante, isso sempre serei. Sabe... o bom da vida, no seu cotidiano, enquanto cidadão crítico, é saber que podemos ser agentes de transformação e, esse processo ocorre com as ações praticada na sua função, na profissão que exercemos e na defesa das ideias que acreditamos.

      Externar seu pensar nas diversas formas de transmissão faz parte do processo de enriquecimento da sociedade como um todo e, neste sentido, faço minha parte, mesmo com os naturais contraditórios existentes – louvável em uma democracia. Amigos que me acompanham lendo meus textos, que opinam, provocam para uma nova publicação e comentam, deixo meus agradecimentos.
       
       Pronto! Falei ....  

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

REFLEXÃO

Opa! 2015 está findando e 2016 está chegando (...)
Eita ano. Muitos acontecimentos e sentimentos individuais e coletivos tivemos.
Alguns destes acontecimentos e sentimentos foram vivenciado e externados. Mais um ano se passou e na principal função que tenho – Criação das minha filhas – que continuará sendo enquanto Deus me permitir e, para isso me deu uma grande parceira, a Dona Sâmia (meu norte), a prioritária.

Minha outra grande função, a de professor-educador me completa. E, este ano, foi também de aprendizado pois, enquanto se pratica a função, aprende-se. Aprendemos também quando estamos em sala de aula. Enquanto cidadão político, defendi e defendo os princípios democráticos da liberdade das ideias e do contraditório. Não se tem democracia sem debate e aceitação das diferenças. Fui claro, mesmo com as críticas na defesa do projeto popular implantado pelo governo desde 2003, Governo e projeto que desagradava, desagrada e desagradará a velha elite sanguessuga paleolítica da política brasileira; defendo o principio do estado democrático do direito e, por isso, fui e serei contra o golpe do impeachment da presidente Dilma Rousseff; me entristeci com a ruptura das barragens da mineradora Samarco, em Mariana (MG), que se tornou a maior tragédia ambiental de toda a história do País e, como professor não deixarei de colocar e lembrar ao meus alunos este desastre criminoso que deve ter uma punição dentro da legislação vigente.
A nível global, tentei resistir a escrever sobre o desespero coletivo, mas terminei por escrever um texto-questionamento intitulado: Mediterrâneo ... “O Mar do Sofrimento“. A dinâmica do mundo está a se tornar mais complexo, rápido e integrado. Neste sentido, a curiosidade, o pesquisa, o ler, a produção, o ensinar e o transmitir foi e continuará ser o meu cotidiano em 2016. Assim espero.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O SURTO DO ARROZ E ALGODÃO NO MARANHÃO


No final do século XVIII, em função dos baixos preços do açúcar e a redução na extração do ouro, o Brasil passava por uma situação econômica difícil. Neste momento, surge Marquês de Pombal com a ação de desenvolver a porção norte onde havia dois pequenos núcleos populacionais: Belém e São Luis. Foi neste contexto que foi criado a Companhia de comércio - a Companhia do Grão Pará - que se incumbiu de fornecer mão de obra escrava negra e adquirir o que fosse produzido na região.

A companhia introduziu a cultura do algodão, matéria prima principal da revolução industrial e do arroz - consumido no sul da Europa e que não sofria restrições de nenhum pacto colonial..

a interiorização da rizicultura (cultura do arroz) e da cotonicultura( cultura do algodão) pelos vales dos rios maranhenses provocou o povoamento do vale do Itapecuru, onde surgiram cidades como: Rosário, Coroatá, Codó e principalmente Caxias .

Este curto surto de desenvolvimento, transformou São Luis em um importante centro e grande porto para entrada e saída de mercadorias.

Infelizmente tempo de desenvolvimento o pequeno. As contingências do mercado internacional e os fatores de ordem naturais como o esgotamento do dos solos maranhense, produziram o enfraquecimento da economia algodoeira e São Luis entra em decadência e não consegue expandir sua influência nem mesmo pelo seu território neste momento da história.



sábado, 31 de outubro de 2015

MUNDO VIRTUAL- REAL OU REAL- RTUAL

O que é o real?  O que é o virtual?
O mundo está virtual-real ou é real-virtual?
O fato é que, neste momento de inovação tecnológica nos meios de comunicação, os novos padrões de comportamentos estão sendo impostos às pessoas. Neste confuso mundo instantâneo, a sociedade se depara com a rapidez das informações e com uma nova dinâmica nas relações pessoais e interpessoais.
Amizade, namoro, informações econômica e política, trabalho e o lazer continua e continuará sendo o “motor” da vida no nosso cotidiano ... só que numa outra realidade e com a velocidade contemporânea. Mas, mesmo neste mundo instantâneo você pode se depará com um “óculos”, que te possibilitará ter uma visão humana, que ainda está presente neste mundo tão artificial.... feliz daqueles que encontra o “óculos” da amizade, da beleza humana neste mundo tão frio e sem “sentimentos”dos aparelhos eletrônicos.
O mundo das palavras tecladas, vem substituindo cada vez mais, o mundo das palavras ditas, dentro de nossas casas, no lazer, no trabalho... infelizmente. As palavras ditas são acompanhadas do toque, do sorriso, da raiva, da tristeza... expressões refletidas no tato e no rosto de que as pronunciam e, a consequente expressões, no rosto de quem as ouvem. Isso não é real no mundo virtual.
Costumo dizer que somos “marionetes da glocalização”... pensar, fazer e consumir de acordo com os padrões imposto pela nova dinâmica local-global cotidiana. Um cotidiano de “marionetes”... neste mundo de “marionetes” com certeza existe um “boneco” ou uma “boneca linda”. Eles farão a diferença no seu cotidiano... encontre! Feliz daqueles que encontraram neste mundo tão padronizado de amizades virtuais a sua “boneca linda” da amizade real.

sábado, 26 de setembro de 2015

MEDITERRÂNEO ... O "MAR" DO SOFRIMENTO!

Há dias sem escrever algo ...
Estava pensando o que escrever! Me negava a escrever sobre essa corrente de imigrantes desesperados na travessia do Mar mediterrâneo, que hoje chamo de o “Mar do Sofrimento”. Receio este, talvez, por não ter palavras para expressar sobre como o mundo é desumano e desigual.
Mais vou começar. Talvez as palavras venham a surgir ...

Gente ... amigos!
Em pleno século XXI, como podemos ver essas cenas de famílias serem desfeitas por separações temporais e eternas? Como podemos ver países sendo destruídos por conflitos fruto de vários fatores? Como podemos ver a ONU, União européia, Rússia e EUA numa situação de total inércia para uma situação que será duradoura de desumanidade? Como no mundo dos Homo sapiens - do latim "homem sábio"- não busca uma solução rápida para esse evento de deslocados e desterritorializados como nunca visto deste a 2ª guerra mundial? Como estes países poderosos – os do norte –, com seus parceiros do Oriente médio fiquem sem agir na questão da síria, no combate ao EI ( Estado Islâmico) e a outros grupos fundamentalista que geram terror? Será que cometeremos os erros do passado, o de deixar os próximos capítulos dos desesperos coletivos dos povos, neste momento, do norte da África e da Ásia se resolva por si só? Minhas perguntas...

A tão sonhada “PRIMAVERA ÁRABE” ocidentalizante, vibrada e comemorada pelos ocidentais não teve o caminho pensado e idealizado. O desequilíbrio de forças, que mantinha essa região numa relativa organização geopolítica foram desfeitas. E agora? Mais uma vez, a dinâmica do mundo mostra que ações demoradas, numa situação que requer ações rápidas para buscar soluções humanitárias, não devem ser retardadas por causas de interessas econômicos e geopolíticos ... a 1ª e a 2ª guerras mundiais foram exemplos.

Termino aqui com as palavras que me chegaram ao longo deste texto, com a convicção de que se demorarmos mais, na busca da solução do problema na origem (melhoria das condições de vida nos países repulsores), a situação tende a se tornar pior ainda e ainda mais complexa ... Infelizmente.

sábado, 4 de julho de 2015

O MUNDO DA VOLTAS

O planeta da muitas voltas. O mundo gira. São 24 horas de novos acontecimentos. 
O tempo não para. Que maravilha! Agora e sempre muitos acontecimentos, dependendo do ponto de vista político e econômico, será e serão utilizados em proveito próprio de forma negativa ou positiva. A reaproximação dos EUA e CUBA é um exemplo típico, que irei abordar aqui. Os EUA e CUBA estão  tornando publicas suas intenções de reaproximação diplomática com uma abertura de relações políticas entre os dois países, que está surpreendendo o mundo e, principalmente, os liberais norte-americanos, os pseudos liberais e os sociais democratas brasileiros. 

Nossa! Que rapidez e que grande acontecimento geopolítico para mundo e a América Latina (por isso mesmo vem sendo amplamente noticiado na imprensa internacional). Lógico que as relações de reaproximação surpreendentemente rápida é mais um capitulo nesta histórica relação entre Cuba e EUA - que foram tensas desde os anos 1960 - e, diga-se de passagem, marcada por várias contradições tanto de um lado quanto de outro. ações não faltaram, como por exemplo: As investidas revolucionárias, na década de 1950, que derrubaram o presidente Fulgêncio Baptista, alianhado com a América; A frustada tentativa dos EUA pela Baia de procos para derrubar o governo de Fidel Castro em 1962: O alinhamento de Cuba com o bloco soviético no contexto da Guerra Fria; A Lei Torricelli de 1992 e a Lei Helms-Burton de 1996. ( Essas leis restringiam os os investimentos de empresas americanas em CUBA) … Além de outros fatos não menos importantes. O mundo gira-girou e continuará gira-girando. E como o mundo gira amigos! E nesses giros, os acontecimentos acontecerão. 

Neste contexto, o século XXI apresenta uma nova dinâmica e as ações geopolíticas passam a  serem outras. A flexibilização tipica da nova ordem, impõem uma nova relação entre os velhos “inimigos" da Guerra Fria. A maior flexibilização com relação às parcerias econômicas entre Cuba com outros países, incluindo o Brasil, que financiou a construção do Porto de Mariel em Cuba – muito criticado pelos pseudos liberais, sociais democratas brasileiros e uma elite midiática da direita podre – levaram os EUA, do democrata Barack Obama, para não perder mais espaços de influência na América Latina, buscar uma reaproximação com a CUBA de Raul Castro. 

Pergunto! Onde estão os críticos liberais? onde estão os sociais democratas brasileiros? Onde está a mídia da direita pobre que não estão “berrando” agora? Onde estão os críticos desta reaproximação norte-americana? Eita Brasil Porreta! 
Eita governo brasileiro arretado! Mas uma vez se antecipa ao que está sendo produzido agora pelo governo Estadunidenses. Saímos na frente para usufruirmos de uma importante rota de comercio com o fim do bloqueio econômico que está com os dias contado…
. Valeu BRASIL!

domingo, 3 de maio de 2015

BRASIL: POTÊNCIA REGIONAL NO MUNDO GLOBAL

A nova dinâmica capitalista com o fim da ordem Bipolar, o consequente fim do mundo socialista e a existência de um tal terceiro mundo se esvaziou. A nova ordem capitalista – Globalização econômica – está sustentada na lógica da oposição econômica entre o mundo rico (Norte) e o mundo pobre (Sul).  Nesta nova dinâmica global, alguns países do Sul conseguiram com a modernização e a industrialização se fazer mai presente no cenário econômico e político mundial. surge assim, alguns países emergentes com um significativo crescimento econômico e mais presente na geopolítica internacional.

Nesta nova dinâmica global, as multinacionais  as “Inventoras” da atual globalização, impõem ao mundo um modelo econômico voltado para uma maior abertura dos mercados, um maior ganho de velocidade dos meios de transporte e comunicação e um novo processo de produção para atender aos interesses neoliberais.  Assim sendo, a criação de blocos econômicos  passou a ser o novo mecanismo de conquista de mercados

É fato que algumas nações apresentaram um crescimento significativos ao longo da segunda metade do século XX e início do século XXI. Os países que formam o BRICS. (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) são exemplos. Em um grau maior ou menor, passaram influenciar na nova dinâmica global. 

Como liderança regional, o Brasil, participou como membro fundador do Mercosul, da criação da Unasul e a nível global, o Brasil teve participação na criação do IBAS (Índia, Brasil e África do Sul), uma típica ação de cooperação Sul-Sul; teve sua participação na criação do G20 – Grupo mais representativo que o G7 na nova ordem mundial – e, na Rodada de Doha, em 2011, liderou uma ação conjunta de um grupo de países pobres, mais competitivos no setor agrícola agir contra as práticas protecionistas das nações ricas, neste setor.

É fato! Essa nova realidade tem produzido consequências positivas para o Brasil no contexto internacional. Uma maior participação nas instituições internacionais: No FMI, saímos da situação de devedor a credor, e hoje temos um peso maior nas votações internas; temos um diplomata na direção geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), o brasileiro Roberto Azevedo; Na FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), o brasileiro Jose Graziano.

Vamos que vamos. Mundo do Sul.